Quem são os melhores zagueiros da história do futebol?

zagueiro
A Goal revisa uma longa lista que mostra os melhores expoentes dessa posição. Guardiões do arco. Símbolos e líderes. Observadores da história, participantes da grandeza. A posição do defensor é particular por diferentes razões. Alguns dos maiores jogadores da história ocuparam essa posição.

Aqui, uma revisão do melhor da história dos Melhores Zagueiros da História do Futebol

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1960-1969


Franz Beckenbauer (Alemanha; 1945):  Foi o capitão da seleção alemã que conquistou a Copa do Mundo de 1974 e a Eurocopa de 1972. Versátil e muito completo, não foi um dos primeiros a definir a posição de líbero. Ídolo do Bayern de Munique, passou os últimos anos de sua carreira no futebol dos Estados Unidos. Bobby Moore (Inglaterra; 1941-1993): Foi  capitão do West Ham United por cerca de 10 anos e foi capitão da seleção inglesa que conquistou a Copa do Mundo de 1966. Pura qualidade e técnica. Nilton Santos (Brasil; 1925-2013): Ídolo do Botafogo, é um dos jogadores mais importantes da história do Brasil (foi campeão em 1958 e 1962). Famoso pelo gol que marcou contra a Áustria na edição de 1958. Conduzindo e driblando a bola por todo o campo e enlouquecendo seu técnico Vicente Feola, ele marcou um gol extraordinário. Djalma Santos (Brasil; 1929-2013): Provavelmente o maior lateral direito da história. Ele era um ala, na verdade, que podia fazer o que quisesse com a bola. Foi campeão das Copas do Mundo de 1958 e 1962. Lenda do Palmeiras. Silvio Marzolini (Argentina; 1940-): Lateral-esquerdo impecável, excelente técnica e boa marca. Escolhido como o melhor 3 da Copa do Mundo de 1966, participou com a Seleção Argentina nas edições de 1962 e 1966. É um dos grandes ídolos da história do Boca.

1970-1979


  Daniel Passarella (Argentina; 1953-): Um líder, com técnica extraordinária e capacidade física impressionante. Artilheiro e vencedor, ele é o símbolo do título que a Seleção Argentina conquistou em 1978. Como jogador, quebrou-o no River e teve sua brilhante etapa na Europa. Primeiro no Inter, depois na Fiorentina. Elías Figueroa (Chile; 1946-) : Um zagueiro de outra hierarquia. Foi eleito o melhor em 1975 e 1976. Figueroa é um jogador histórico para Santiago Wanderers e Palestino de Chile, Peñarol de Uruguai, Internacional de Brasil e Seleção Chilena, com a qual disputou três Copas do Mundo: Inglaterra 1966, Alemanha 1974 e Espanha. 1982, e uma final da Copa América em 1979. Ruud Krol (Holanda; 1949-): Ótimo para a marca, intransitável. ídolo do Ajax, onde ganhou tudo, e símbolo da Seleção Holandesa. Héctor Chumpitaz (Peru; 1944-):  Foi por quase vinte anos o capitão e grande baluarte defensivo do Peru, que conquistou a Copa América de 1975 e chegou às quartas de final das Copas do Mundo de 1970 e 1978. Zagueiro artilheiro, marcou 65 gols em 456 jogos. Adorado na Universidade. Carlos Alberto (Brasil; 1944-2016): Ele marcou um dos gols mais famosos da história da Copa do Mundo. Era a final da Copa do Mundo de 1970, quando Pelé lhe deu um delicioso passe para explodir o gol com um chute cruzado. Típico lateral direito brasileiro, ele tinha tudo, mas principalmente o talento. No Brasil, jogou pelo Fluminense e Santos, onde foi companheiro de Pelé.

1980-1989


Franco Baresi (Itália; 1960-): É o segundo jogador com mais jogos na história do Milan. Líder. Completo. Difícil Ganhou tudo com seu clube, onde é um dos maiores ídolos: venceu a Série A 6 vezes, a Supercopa da Itália 4 vezes, a Liga dos Campeões 3 vezes, a Supercopa da Europa 3 vezes e a Copa Intercontinental 2 vezes. Em 1994, ficou às portas da glória com o vice-campeonato italiano contra o Brasil, nos Estados Unidos. Gaetano Sciera (Itália; 1953-1989): Junto com Baresi e Beckenbauer, é considerado um dos melhores zagueiros da história. Sempre elogiado por seu cavalheirismo esportivo e humano, que era reconhecido e admirado por jogadores adversários e até mesmo por torcedores de leais clubes rivais. Ídolo na Juventus. Claudio Gentile (Itália; 1953-):  Outro italiano que deixou uma marca muito grande. Uma das figuras do time que foi campeão da Copa do Mundo de 82. Jogou onze anos na Juventus, onde ganhou tudo. Andreas Brehme (Alemanha; 1960-): Jogou três Copas do Mundo com sua Seleção. Uno (1990) ganhou e foi uma das figuras. Defensor artilheiro e com um ótimo soco, ele se destacou no Kaiserslautern, Bayern de Munique e Inter. Oscar Ruggeri (Argentina, 1962-): Líder, bonito e vencedor. Uma das peças-chave da equipe Bilardo que conquistou a Copa do Mundo de 86. Com a Argentina, ele também ganhou a Copa América duas vezes (1991 e 1993). Tecnicamente limitado, mas inteligente para defender e fisicamente forte. Passou do Boca para o River e, de alguma forma, conseguiu ser ídolo do Milionário, onde conquistou a Copa Libertadores em 1986.

1990-1999


  Paolo Maldini (Itália; 1968-): Ele tinha tudo. Técnica perfeita, um físico ideal e uma habilidade de marca de outro planeta. Super vencedor. O maior representante do método italiano. Talvez o maior ídolo da história do Milan, o único clube em que jogou e ganhou tudo. Ele foi vice-campeão da Copa do Mundo de 1994 com sua seleção. Ronald Koeman (Holanda; 1963-) : Ele se destacou nos três grandes clubes holandeses: Ajax, PSV e Feyenoord. Em Barcelona, ​​foi peça chave do Dream Team que fez história. Ele se cansou de marcar gols ao longo de sua carreira graças a um soco primoroso. Com o seu país foi campeão do Euro 1988. Matthias Sammer (Alemanha; 1967-): Mais do que lembrado no Borussia Dortmund, onde conquistou a Liga dos Campeões de 1996-97 e duas Bundesligas. A nível individual, foi galardoado com a Bola de Ouro em 1996 e o ​​prémio de Futebolista Alemão do Ano em 1995 e 1996. Marcel Desailly (França; 1968-): O grande símbolo da Seleção que conquistou a Copa do Mundo de 1998 e a Euro 2000. Firme, sólido, duro. Daqueles jogadores que se arrastaram para a vitória. Mais do que lembrado em Milão. Fernando Hierro (Espanha; 1968-): Tudo o que não conseguiu ganhar com a sua Seleção conseguiu a nível de clubes, com o Real Madrid, onde é um dos grandes. Lá ele jogou 601 jogos e marcou 127 gols. Ele ganhou a Liga dos Campeões três vezes, entre outros títulos.

2000-2009


Roberto Carlos (Brasil; 1973-) : Um dos jogadores com melhor soco na esquerda. Ele fez o que queria. Forte, lento, para colocar, com efeitos diferentes. Como lateral-esquerdo, marcou época em todos os lugares onde jogou, mas principalmente no Real Madrid, onde é um dos grandes ídolos. Campeão da Copa do Mundo de 2002 com seu país, ele também venceu a Copa América duas vezes, em 1997 e 1999. No Merengue, conquistou três vezes a Liga dos Campeões. Fabio Cannavaro (Itália; 1973-): Ganhou a Bola de Ouro em 2006 depois de ter sido fundamental para a Itália vencer o Mundial daquele ano. Uma fera. Ele jogou pela Juventus e pela Inter, mas em nenhum lugar é mais amado do que no Parma, onde conquistou duas vezes a Copa da Itália e a Supercopa. Carles Puyol (Espanha; 1978-): Um pouco mais que um jogador de futebol, talvez. Um transmissor de uma forma de jogar, de valores especiais. Só jogou pelo Barcelona, ​​onde é um dos grandes. Ele foi o capitão do que é provavelmente o melhor time da história, o Barça de Guardiola. Em 2010, ele ganhou a Copa do Mundo com a Espanha. Cafú (Brasil; 1970-): Um dos grandes laterais-direitos da história. Tecnicamente ele era capaz de qualquer coisa, mas fisicamente ele o sobrepujava. Ele é o líder de todos os tempos em aparições pela seleção brasileira, com 142 partidas. Ganhou a Copa do Mundo duas vezes, em 1994 e 2002, edição em que foi capitão do Verdeamarela. A nível de clubes, ídolo em Roma e Milão. Rafa Márquez (México; 1979-): Terceiro jogador com mais jogos na Seleção Mexicana, com 148 jogos. Com o El Tri foi campeão da Copa das Confederações de 1999, da Copa Ouro de 2003 e 2011 e da Copa Concacaf de 2015. Também foi vice-campeão da Copa América de 2001. Participou de cinco Copas do Mundo, um número recorde. Em Barcelona fez parte de uma época de ouro em que ganhou tudo.

2010-2018


Sergio Ramos (Espanha; 1986-): O dono de uma época. Ele estreou em Sevilha em 2004, mas foi comprado pelo Real Madrid pouco depois. Hoje ele é o capitão e símbolo. Ele ganhou tudo e levantou a Liga dos Campeões três vezes seguidas, um recorde absoluto. Com a Espanha, foi um dos jogadores fundamentais da Copa do Mundo de 2010. Gerard Piqué (Espanha; 1987-): Um jogador que evoluiu na posição. Ele poderia jogar como meio-campista ou até centroavante. Cada vez que avança com a bola acaba dominando os rivais. Sem ele, o Barcelona de Guardiola provavelmente não teria funcionado. Assim como Ramos e Puyol, venceu a Copa do Mundo de 2010, onde jogou todos os minutos dos sete jogos pelo time de Del Bosque. Dani Alves (Brasil; 1983-): O herdeiro de Cafu. Um dos jogadores com maior técnica da história, à altura de derrubar paredes com Messi, Neymar ou quem estiver ao lado dele. Marcou uma época de ouro no Barcelona, ​​de onde saiu sem muita explicação. Um jogador especial. Philip Lahm (Alemanha; 1983-): O homem que ergueu a Copa do Mundo na Copa do Mundo de 2014. Lateral direito, mas poderia ter jogado em qualquer lugar. Técnico, elegante, de grande personalidade e símbolo da segurança alemã. No Bayern de Munique, ele deixou uma marca que ninguém ainda conseguiu cumprir. Marcelo (Brasil; 1988-): Assim como Dani Alves era o herdeiro de Cafú, Marcelo substituiu Roberto Carlos. Aliás, no Real Madrid muitos já se perguntam quem foi melhor. Ele veio do Fluminense para o Merengue. E ele ganhou tudo. Tecnicamente talentoso, embora muitos o questionem por seu físico, ele sempre consegue resolver como nenhum outro jogador conseguiu.

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